Tardo Ao Horizonte

Árduo o intento à ciência é-me | Pois que a ânsia pulsa insana | Onde pendo o meu nirvana | Não tocado em tez estreme; | Vejo, desce gélida ao nimbo | Toda angústia tão covarde | Marca minha carne tarde | Quand’o sol poente é exício; | Dói-me, ó verdade fria…

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25 de Dezembro

‘Que há n’este dia chamado Natal? ‘Que há que não pode haver n’outro dia qualquer? ‘Que há n’estes rostos d’expressa ledice? É como se a figura viesse tocar-lhes a aldrava p’ra lhes oferecer uma benção. Mas quem é a figura? A imagem e semelhança…

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