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Segredo

Sempre que vens n’horizonte onírico | Este que tanto, há dias, redijo | No silêncio das ínfimas auroras | Escuto a lamúria do impossível | Guiada no teu semblante agradável | Este que olho de instante à instante | E vejo minh’escrita…

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Automutilação

Incapaz! Vais à sombra do adormecer perpétuo | Assim, no mais fugaz. | A vida é, decerto, uma glória qual és indigna | Efetive a tua ida. | No longínquo há d’encontrar o vazio que te apraz | Análogo ao teu Ser, aliás. | Nem a morte deseja tu’alma…

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Ad Aeternum

A’ngústia d’este tão morno tempo cinza | Taciturna estende u’manto d’amargura | Contando estórias d’elegíacas branduras | Assolando o corpo que lânguido respira | N’uma inquieta porventura dor intrínseca | Que se refreia na barreira…

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Oliveira

Aroma terno e benigno, assim inspirado | Bosques verdejantes d’exíguos frutos | Calmos, n’aragem primaveril, em muitos | Morosamente colhidos aos sagrados | Úmidos pomos e palmas de plácida tez | Sob as sombras que fazem as oliveiras…

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Medium, Oecihen, PoesihOanna SeltenComentário