Monólogos Conscientes na Hermenêutica da Solidão

Já dizia Sartre: “Existir é isso: beber-se a si próprio, sem sede”. Se, obrigada a existir, embriago-me de mim mesma sem que disso eu possa fugir, então que seja de modo mais autêntico possível. Em Monólogos Conscientes na Hermenêutica da Solidão eu escrevo, como um diário, reflexões e pensamentos que me vêm de encontro nesta vida anfêmera. Mostrando-me mais humana, isto é, discorrendo sobre minhas dificuldades e falhas, principalmente no por-em-prática a Filosofia da Consciência Absoluta (εmnehvss οιnnom); igualmente usufruo nas linhas de Monólogos Conscientes na Hermenêutica da Solidão o livre ponderar que tanto me atinge sobre diversos assuntos, inclusive aqueles mais atuais, políticos-sociais, que rondam a civilização.

Meu convite a ti, leitor, é singelo e tênue, leia Monólogos Conscientes na Hermenêutica da Solidão se desejares apreender novos pontos de vista às dúvidas existenciais que, como a mim, tua semelhante, tens diariamente no plano de fundo dos hábitos e obrigações quotidianas. Se aceitares o convite, aconchegue-se nas palavras e, se possível, mantenha em mente os princípios de Illnmtthr.

Os cursos mentais obscuros à consciência são tênues e avassalantes; enraizados em juízos de valor (inter)subjetivos fincados no prelúdio do vir-a-ser, são distorções que ilusionam ordem, entendimento e sentido. Tais cursos obstam o essencial – o fenômeno puro – de tornar-se manifesto e, consequentemente, inibem sua autotranscedência. O fenômeno puro é a universalidade de γhr. Deserte-se de tais cursos colocando-os em questão para ressignificá-los a partir do questionamento, assim vivencia-se a transcendência e ascende-se à consciência absoluta que só é possível no límpido apreender contínuo do fenômeno puro. - Excerto explicativo de Illnmtthr {Dicionário Ílus}

 

Créditos: Fotografia de Eric Ward