Simbologia

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A existência humana é repleta de símbolos e significações; a própria linguagem é em si um meio de comunicação baseado plenamente em símbolos e significações; embora para muitos estudiosos do assunto o termo "símbolo" se aplique apenas àquilo que é inconsciente ou que suscita significados abaixo do limiar de percepção; eu considero que tudo que é criado para comunicar alguma coisa, consciente ou não, é um símbolo. Mesmo uma sigla ou um logotipo de uma corporação, tudo é um símbolo e cada um desses símbolos traduz, além da subjetividade singular de uma ou alguns pessoas, a totalidade de uma Sociedade. 

Eu existo em meio aos significados dos símbolos e tudo o que há em mim não é por acaso, tampouco sem razão de ser. Aqui discorrerei sobre cada símbolo, cada significado deste meu universo que pode ser melhor compreendido no texto  Omnexistentium Ehrithyum. As imagens simbólicas que aqui serão apresentadas, foram desenvolvidas por mim no mesmo âmbito em que desenvolvi a linguagem Ílus, ou seja, na consciência-anterior; para entender este processo, leia A Linguagem Transcendente Ílus - O Meio À Consciência Absoluta, estrofe 7. 

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Símbolos de classe estrutural

A classe de imagens-símbolos denominada Símbolos de Classe Estrutural corresponde aos símbolos com valor de significação substancial de minha ŋahr (para entender a significação de ŋahr, leia Sobre Ser Oanna Selten).  Para o início da explanação destes símbolos, discorro por Resrhean — símbolos de cores.

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Resrhean

"Reluz Alva e reluz Noir, em equilíbrio de chamas e de resplandecência."

Cada cor suscita-me significações e, por haver em mim habilidade de enxergar tais cores, essas significações fazem-se presentes sempre que abro meus olhos. A cor preta — a qual prefiro chamar de Noir por causa da composição da palavra trazer à percepção a obscuridade e o mistério que a cor traz em sua significação — é uma cor que me envolve, está nas roupas que visto, está no meu espírito, está vinculada ao meu universo. No entanto, a cor branca — que prefiro chamar de Alva, por causa de seu vínculo ao que há de mais etéreo  — atualmente tem sido a escolha para envolver o universo virtual de meus escritos, pois ela reflete o um estado de espírito que tenho buscado cultivar: A Consciente Eutimia.

Conservando a Consciente Eutimia, posso ser-me em minha obscuridade sem densificar meu poder, isto é, sem impedi-lo de haver e sem sufocá-lo com a depressão. Meu pensamento niilista e por vezes pessimista, por muito me levou a estados de estagnação, onde nenhuma palavra conseguia destruir a angústia, e se as palavras não destroem a angústia, a mim, nada mais é capaz de fazê-lo. Por um tempo mantive a cor Noir neste espaço virtual, no entanto ela desconsiderava a Consciente Eutimia, pois Noir significa todas as dúvidas, as questões, toda a aflição, a intensidade, o caos, a transformação dentro de mim, mas não significa a sensibilidade, o poder, a centralidade e o equilíbrio; é a cor Alva que representa isso. 

Consciente Eutimia é um estado de preservação das características de Alva: Sensibiliadade, Poder,  Centralidade e Equilíbrio. É o estado que preciso cultivar para que as características de Noir sejam vivenciadas em plenitude sem que me destruam.

Noir e Alva, Alva e Noir, quando unidas em sintonia, representam, portanto, aquela quem eu sou. Todo o (auto) conhecimento e a sabedoria que fazem parte da minha busca pela Consciência Absoluta e tudo o que está associado a isso, dos sentimentos mais intensos ao caos mais impetuoso; pois que é imprescindível a luz e as trevas para haver vida. E eu jamais posso ser uma única coisa, eu sou Tudo.

A imagem: Dois sóis reluzem em comunhão, as trevas e a luz tomam seu espaço; círculos e triângulos para a ascendência e transcendência só possíveis no equilíbrio de forças. As trevas reluzem como a luz e, vinculadas, despertam o poder da Consciência Absoluta. 

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O Símbolo Primordial

"Alcançarás todo o saber, desde Afferh, se concentrares-te no Símbolo Primordial"

Composto de quatro infinitos sendo os dois primeiros representantes de Autoconhecimento, Consciências, Autenticidade e Temporalidade. O terceiro, sem cor e bem delineado, representa Intuição e Razão. O quarto, pouco delineado, representa ascendência e transcendência.  No centro, pontilhado, dois triângulos de Tudo e Nada. Ao centro, em cor vermelha, o diamante da sensibilidade. A introspecção está ao meio, em forma de esfera.

O verdadeiro nome do Símbolo Primordial só pode ser revelado aos Iniciados em Ílus.

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OANNA

Uma ŋahr é sempre única e inalienável.

OANNA é Onåev’em Aen’ynia Nihs’øᵯt ŋahr e, por fim, Assemsce. A ordem dos termos mostra que OAN é a ŋahr e Assemsce é o guia d’esta ŋahr, minha essência. Para compreender os significados das palavras que compõe a sigla OANNA, considere a leitura de Sobre Ser Oanna Selten.

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Clihviem

O âmbito de um raro Ser.

Por muito vivi em um mundo próprio, um universo singular com suas particulares formas e conteúdos. Este universo é como outra dimensão a qual me dirijo dia após dia para sentir intensamente quem eu sou. Ehrithyum é este lugar e o símbolo que o representa denomina-se Clihviem. A chave do mais profundo de quem sou guiada pela suavidade obscura de ser-me.

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Sirehnnia Lapidada

Amuleto da Intensidade

Viver a intensidade nem sempre é fácil, o cotidiano d'esta sociedade terrestre por vezes é como onda que vem para imergir tudo o que estiver por perto em uma monótona maré. O amuleto d Sirehnnia Lapidada é um guia intuitivo para não se deixar emergir.

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Símbolos de Classe Manuscrita

 

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Ehih

"Entregar-se plenamente à Escrita só é possível quando cada traço de cada letra trouxer um raro e aprazível sentir ao imo daquele que Escreve."

O símbolo Ehih representa o amor, a entrega e o vínculo que tenho com a Escrita. Assim como todos os símbolos que crio, Ehih igualmente se fez a partir da consciência-anterior, espaço mais do que propício para o vir-a-ser do verossímil e abissal sentimento pela Escrita. A Escrita é para mim como um vórtice qual tenho como meu lar, é o precipício que me atiro sem nenhuma hesitação, é, igualmente, a minha glória e meu orgulho, minha vida, minha luz e meu obscuro; a Escrita é meu norte e, em si mesma, é quase um ente a ser louvado. Por isso criei Ehih, para representar esta integral apreensão ímpar que tenho a cerca da grafia e da linguagem humana que são únicos meio p'r'alcançar transcendência (e consciência) absoluta.

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Nnavhras

"Olhar e ver."

O olho de Nnavhras só existe pela solidão que proporciona a consciência e, consequentemente, o olhar-e-ver. Todo aquele que se voltar ao intrínseco de si mesmo em busca dos saberes puros apreendidos no exercício de Illnmttrh, compreenderá o significado de Nnavhras que é o símbolo deste fenômeno. Para compreensão de Illnmttrh, leia O Conceito "Illnmttrh" e o Prelúdio Explicativo de Emnehviss Innom. O olho de Nnavhras é utilizado como ponto de concentração nos instantes de meditação e, também, como lembrança nos instantes em que se está perdido no falatório.

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Innilis Lishphora

A infância a ser sempre perseguida.

A flor de Innilis Lishphora, a lembrança da infância, a inocência e a apreensão vívida do campo intuitivo-emocional. Por vezes é preciso deixar-se envolver ao sensível e sensitivo para se tornar autêntico. Há uma realidade em abstração atemporal fora de Afferh, no campo dos primórdios vir-a-ser; a flor de Innilis Lishphora possibilita o retorno a este real quando a consciência dos sentimentos for suficiente para induzir estados nos órgãos vitais; neste caso, o olhar para o símbolo da flor de Innilis Lishphora já será suficiente para induzir a tranquilidade indizível da realidade mencionada.