Capítulo Duodeviginti

Soen tem me visitado em sonhos que, longos e profundos, me tomam em aflição e tormenta. Não apenas ela, mas também Saphihr; ambas, de modo inominável, proferem a frase que li diversas vezes em Unus, escrito por Sublime há três dias.

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Capítulo Septendecim

Havia algo naquele pequeno ser, algo que relumbrava tênue e que me cativou no instante único em que o vi. Na quietação da distância, tornou-se, subitamente, inescusável ir até lá para ouvi-la falar, para conhecê-la e compreendê-la…

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Capítulo Sedecim

Estávamos no verão mais tropical em dez anos. Tudo o que advinha da atmosfera era luz e, sob tal cintilar, eu observava a pele branca de Sublime em contraste com um vestido vermelho, exatamente vermelho, o mais vermelho dos vermelhos…

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Capítulo Quindecim

Estás aqui porque te quero resistente a quaisquer coisas, sobre quaisquer situações. Pensei, regido por uma obstinação, que te tutelaria suficientemente. Preservar-te do que julguei lesivo à tua integridade, e, permitir apenas que…

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Capítulo Quattuordecim

— Saudações, Stephen. Saudações, Sublime. É um prazer tê-los aqui. Sublime, esta é Djilla, minha submissa matter. Ela te conduzirá na maior parte do tempo em que estiveres em Insrher. – Sublime me olha, sua íris demonstra instabilidade. — Djilla, leve a submissa de Stephen para conhecer a casa.

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Capítulo Tredecim

Cristais de whisky lacrados com ódio. Afrontava-os enquanto a lembrança do sangue nos olhos de Sublime me afeleava. “Hemolacria, provavelmente com procedência na acromatopia, mas não podemos ter certeza” – dissera-me Solie Nejye, médica de Sublime.

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Capítulo Duodecim

Vejo o que se lê em teu nome. A significação – profiro. Sublime sorri; é etérea como a paisagem que recita. N’um segundo repentino, seu semblante cerca-se de consternação; o pesadelo d’outrora se faz vivo, eu o percebo contíguo. – Diga-me o que evidencia tua expressão – preceituo para ouvi-la.

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